Método Brasiliano
Utilizamos uma metodologia própria, com base nos trabalhos desenvolvidos nos últimos 18 anos em mais de 800 projetos realizados no Brasil e no exterior. Esta metodologia denomina-se de Método BRASILIANO.
A metodologia fornece subsídios técnicos e gerenciais na priorização de riscos e na definição das políticas de segurança e ações a serem implantadas pela empresa, tanto preventivas como corretivas.
O conceito estratégico do Método Brasiliano é mensurar, medir todo e qualquer perigo (real e/ou potencial) que a empresa possui, com o objetivo de priorizar o respectivo tratamento. Desta forma o gestor pode de forma clara e objetiva mitigar os possíveis impactos negativos para a empresa.
As fases do Método Brasiliano são:
1 – Primeira Fase – Levantamento dos perigos e diagnóstico:
Esta fase é o levantamento dos perigos que a empresa possui frente a sua situação existente – diagnóstico. O diagnóstico é a fase que identifica os pontos fortes e fracos do sistema existente de segurança patrimonial, bem como as ameaças e oportunidades oriundas do ambiente externo.
2 – Segunda Fase – Identificação dos fatores facilitadores dos perigos:
Esta fase é o levantamento dos fatores facilitadores, ou seja, os fatores que influenciam a concretizam dos perigos identificados na fase anterior. É o estudo da origem do risco, visa saber por que a empresa se encontra exposta, quais são as variáveis que colaboram para a exposição.
3 – Terceira Fase – Matriz Swot – FOFA
É a visão holística de todos os fatores facilitadores, pois nesta fase temos a visão da fotografia da empresa como um todo e não mais por perigo. Utiliza-se nesta fase a ferramenta Matriz SWOT – FOFA.
4 – Quarta Fase – Análise de Risco
Esta fase possui duas sub etapas: Na primeira, calculamos, através das variadas metodologias existentes, a probabilidade do perigo vir a acontecer. Na segunda, estudamos e calculamos o impacto operacional e financeiro que estes, independente de sua probabilidade, causam na empresa em caso de concretização. Ao levantar a probabilidade de ocorrência e seu respectivo impacto, temos com sua multiplicação (Pb x Impacto) como resultado a Perda Esperada – PE. A perda esperada – PE equilibra o impacto financeiro com sua probabilidade, sendo esta o limite de investimento na prevenção de riscos.
5 – Quinta Fase – Matriciamento de Riscos
Nesta fase, elaboramos o matriciamento dos riscos, onde será cruzado o impacto financeiro no negócio, por risco e sua probabilidade de concretização. Entre as várias matrizes, citamos a matriz de vulnerabilidade cujo resultado é o grau de criticidade, ou seja, qual é a priorização que a empresa deve tratar cada risco, frente à perda esperada.
6 – Sexta Fase – Plano de Ação
Em seguida, elabora-se o Plano de Ação, com base na política e na perda esperada. O Plano de Ação é o conjunto de medidas organizacionais, sistemas técnicos de prevenção e monitoração, recursos humanos que gerenciarão os riscos. O plano de ação possui como técnica de elaboração as respostas das perguntas: 5w e 2 H:








