
Mapeamento de Processos: A base para uma Gestão de Riscos Operacionais realmente eficaz
Bruno Diego Machado, CISI, CEGRC, CIEAI, CIGR, CIEAC, CIEIE. Especializado em Gerenciamento de Projetos – Master Business in Administration – MBA pela EBS - Estação Business School. Graduado em Ciências Contábeis pela FAE Business School. Gerente de Customer Experience da Brasiliano INTERISK.
Outubro | 2025
No dia a dia de qualquer organização, o Risco Operacional, a possibilidade de perdas por falhas em processos, pessoas, sistemas ou fatores externos, é uma constante. Ignorá-lo não o faz desaparecer. A questão não é se ele existe, mas onde ele se esconde. É por isso que falar de Risco Operacional com foco no mapeamento de processos é tão fundamental para uma gestão preventiva e inteligente.
O mapeamento de processos funciona como o alicerce para essa gestão. Ele nos permite dissecar o fluxo de trabalho e entender onde o risco operacional pode surgir, ao:
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Visualizar o fluxo completo de atividades (entrada, processamento e saída);
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Detectar pontos críticos, gargalos e vulnerabilidades ocultas;
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Atribuir responsabilidades claras (quem faz o quê);
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Relacionar os controles existentes e identificar lacunas de proteção;
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Estabelecer indicadores de desempenho e risco (KPIs/KRIs) que realmente importam.
Sem um mapeamento de processos adequado, qualquer análise de risco tende a ser superficial e reativa, focada em apagar incêndios em vez de preveni-los.
As Etapas para um Mapeamento com Foco em Riscos??
Para que seja eficaz, o processo deve seguir uma sequência lógica e estruturada:
a) Identificação e escopo do processo;
b) Levantamento das atividades (mapeamento via BPMN, por exemplo);
c) Identificação das fontes de risco (causas ou fatores de risco) e dos riscos inerentes;
d) Avaliação do Risco Inerente;
e) Identificação e avaliação dos controles existentes;
f) Avaliação do Risco Residual;
g) Definição de planos de ação para os desvios encontrados.
Transforme Riscos em Oportunidades
Em um cenário corporativo cada vez mais volátil e interconectado, não basta reagir aos problemas, é preciso antecipá-los. O mapeamento de processos com foco em risco operacional permite exatamente isso: identificar falhas ocultas, otimizar rotinas e fortalecer controles antes que os prejuízos aconteçam. Lembre-se: gestão de riscos operacionais não é um custo, é um investimento em sustentabilidade e performance.
Empresas que dominam seus processos tomam decisões mais assertivas, entregam mais valor e conquistam a confiança de clientes, parceiros e órgãos reguladores.
No entanto, muitas organizações ainda dependem de ferramentas que não acompanham essa necessidade de visão integrada e dinâmica. O uso de planilhas, por exemplo, pode criar silos de informação, dificultar a rastreabilidade e impedir uma visão consolidada dos riscos e controles.
É justamente para discutir essa evolução que convidamos você para o nosso próximo Webinar: "Por que as Planilhas já não são Suficientes para gerir Riscos e Controles Internos?". Participe e descubra como dar o próximo passo na maturidade da sua gestão, saindo do manual para o estratégico.
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